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Animais que participarão do Leilão Nelore União já estão sendo preparados para o evento
2011-04-07 00:00:00

Os animais que participarão do 5º Leilão Nelore União, que ocorrerá no dia 15 de maio, no último dia da Expoalagoas Genética, no Parque da Pecuária em Maceió, já estão sendo preparados para o evento. Banhos constantes e um tratamento diferenciado para garantir a docilidade fazem parte do ritual de preparação. O objetivo é deixar os animais bem apresentáveis para o remate.
Ao contrário dos animais de exposição, que tem uma alimentação especial, os que serão ofertados pela pecuária Silvio Márcio Conde de Paiva (Nelore SMP) não sofrerão uma mudança drástica, são animais criados acampo. “Os animais são criados no campo, para que o comprador não precise passar por um período de adaptação. O nosso Nelore já se alimenta essencialmente de pasto em vez de ração”, disse Hélio Teixeira, veterinário da pecuária SMP.
O Nelore União, organizado pelas pecuárias SMP, Olival Tenório e com a parceria da Imbiribeira Pecuária, só trabalha com animais puros, com pelo menos quatro gerações registradas. São animais de elite, gerados por inseminação artificial. Ao todo serão 60 lotes, com 25 machos e o restante será de fêmeas puras, com novilhas prenhas e vacas paridas.
Ao contrário do que muitos pensam o Nelore não é uma raça agressiva. “Há uma diferença entre agressivo e vivaz. Esses bois não atacam a não ser que seja para sua defesa. Na pecuária SMP nunca houve acidentes com os animais. Contamos com 200 matrizes puras em nosso rebanho, andamos entre elas e nunca ninguém saiu machucado. Ele só vai lhe agredir se for agredido”, relatou Hélio. Os animais indóceis não são comercializados. “Se um animal é indócil por temperamento nós o rejeitamos”, afirmou.
O Nelore é a raça mais comercializada no Brasil, e os bons índices não são sem motivos. Originária da Índia, os animais dessa raça têm ótima capacidade de adaptação às adversidades. “Por causa da rusticidade, essa raça se adapta muito bem a diferentes circunstâncias, como ao clima frio, ao calor e apresenta uma grande resistência a parasitas”, explicou o veterinário.
Um boi reprodutor custa em média R$6.500 e vive de seis a oito anos. Mas não se assuste: não é um preço alto a se pagar pelo benefício que esse boi pode proporcionar. “Um bom boi reprodutor cobre cerca de 40 fêmeas por ano, produzindo em média 20 machos e 20 fêmeas”, contou Hélio Teixeira. Uma fêmea custa em torno de R$7.700 e vive cerca de 15 anos. Além dos benefícios, os animais são leiloados a um bom preço e pagos em parcelas, o que facilita a compra do criador.
“Adquirir indivíduos geneticamente superiores de rebanhos como SMP, Olival Tenório e Imbiribeira Pecuária significa injetar genética da melhor qualidade em seu plantel, incrementando a fertilidade, rusticidade, precocidade e qualidade de carcaça. Isto significa um rebanho com vacas que produzem mais bezerros que serão desmamados mais pesados e abatidos com mais peso em menos tempo”, enfatizou Hélio.

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Fonte: BCCOM Comunicação
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