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2016-04-15 10:15:45

A retração econômica que segue comprometendo em alguns setores da economia parece não ter desembarcado, ainda, no mercado do agronegócio, principalmente no do cavalo quarto de milha. Sem cortes e contenção, as competições acontecem todos os fins de semana, em todo nordeste, movendo a indústria do cavalo de vaquejada e ampliando seus ganhos em consideráveis cifras.

São premiações generosas, compra e venda de cavalos, além do investimento na manutenção dos criatórios, que ajudam o mercado a manter-se aquecido. Segundo o promotor do 11º Leilão Vaquejada e Trabalho, Celso Pontes de Miranda, criou-se uma metabolismo sustentável  no qual é possível equilibrar produção, investimento e retorno financeiro.

 “Com a consolidação do movimento da vaquejada, conseguimos implantar um perfil organizacional onde temos maior domínio nos rumos do negócio, seja com animais trabalhados à médio prazo  ou para preparação de garanhões, potros, matrizes e doadoras”, disse.

Otimista pela credibilidade desenvolvida ao lado da parceira Marla Amorim, do Haras Porto Rico, Celso revela expectativa positiva por acreditar no potencial da tríade: cavalos, provas de vaquejada e mercado de  leilões. Com relação o volume de vendas para edição desta ano, ele adiante: “Teremos um conjunto de 44 lotes, com animais criados exclusivamente em nossos haras e crias de animais renomados, como Eternaly Fred. Quem conhece de vaquejada sabe que essa genética já é raridade". 

 

Em 2015, o Vaquejada e Trabalho registrou a arrecadação de R$1,5 milhão e media de R$ 30.654,76 por animal. Além de alcançar a satisfação dos clientes, CPMF  e Marla Amorim, desejam ampliar os números de vendas reforçando o time com quatro matrizes prenhas, pratas da casa dos dois criatórios, além de potros de geração e descendentes  de Eternal Firr, Docs Casonita Bar, Gold Gap e outros. 

 

 

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