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IBC acreditam no bom momento da pecuária nacional
2015-10-06 11:23:49

Apesar da crise econômica que norteia o Brasil, a pecuária nacional está blindada e os criadores seguem aquecendo o segmento investindo cada vez mais na oferta de bons produtos. É o caso dos Irmãos Barros Correia, que há 36 anos apostam em tecnologia para melhorar o seu rebanho, trazendo ganhos genéticos e ficando na vanguarda das seleções por todo o país. 
 
Com a marca conhecida e reconhecida no Brasil a fora, os IBC preparam em 2015 um leilão com mais ofertas de produtos acreditando na força vivida pelo segmento. "O mercado da pecuária está bom em função da escassez de produto, o aumento das exportações e a necessidade de consumo no país e fora dele", explica Celso Barros Correia.
 
Para o promotor do 14º Leilão Nelore Barros Correia, a aposta desse ano é aumentar o remate: "o leilão será grande". Serão 100 touros e 50 matrizes, além da oferta de prenhezeses de renomados criadores do país, bezerras e novilhas, reprodutores para repasse para centrais de inseminação, reprodutores para uso a campo, matrizes a campo e matrizes elite. "Imaginamos atender todos os segmentos do mercado", aponta Celso. 
 
Não é para menos. Os criadores de todo o país acreditam e confiam no potencial genético desses 36 anos de trabalho com seleção comprovada. Os Irmãos Barros Correia possuem touros e matrizes de reconhecimento nacional, com reprodutores em coletas de sêmen e matrizes espalhadas pelo Brasil. 
 
Os investimentos no rebanho passam pelo Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) e na Fazenda Recanto, localizada no município de Chã Preta, em Alagoas, os cuidados com sanidade e alimentação do gado são diários. "O programa é uma ferramenta para melhorar o rebanho. E trabalhamos com ênfase nisso e com muito cuidado", destaca o criador. 
 
Para o remate, os animais já estão prontos. Já foram avaliados pelos técnicos e preparados para entrar no tatersal do Parque da Pecuária, no dia 24 de outubro, às 12h, em Maceió. "A qualidade do remate supera a dos anos anteriores. O mercado está muito ativo e a confiança no nosso trabalho está cada vez maior", afirma Celso Barros Correia. 

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