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Leilão Vaquejada e Trabalho supera expectativas
2013-04-20 23:36:48

Mesmo com o setor agropecuário em crise, pregões de cavalos ainda conseguem aquecer a economia

Logo no início da noite, centenas de pessoas chegavam ao tatersal do Parque de Exposições José da Silva Nogueira, ou “Parque da Pecuária”, na última quarta-feira, dia 17. O motivo era o 8º Leilão Vaquejada e Trabalho, o já tradicional remate que reúne as melhores linhagens de cavalos corredores e toda genética agregada para garantir verdadeiros campeões.

Foram 45 lotes de machos e fêmeas das raças quarto de milha e paint horse, ambas com excelência genética para cavalos devaquejada e garantia de muitos prêmios.

Além da comercialização dos animais, houve também a venda de cotas de cobertura do garanhão e exímio puxador Doc´s Casonita Bar. Agora “aposentado” das pistas, o remate contemplou os compradores com direito a duas coberturas anuais do animal, com quantia fechada em 10.000 reais cada uma. Garantia certa na linhagem, pois ele é filho do imortal Doc´s Bar PH, a quem o leilão conferiu tributo.

O garanhão pertencia aos já experientes criadores Marla Tenório, do haras Porto Rico, e Celso Pontes de Miranda Filho, do haras CPMF, ambos também promotores do Vaquejada e Trabalho. Outros destaques foram as fêmeas quarto de milha Gold Bang e Blonde Pozanita, arrematadas por R$24.000 e R$34.500 respectivamente.

Em relação à repercussão dessa oitava edição, o sucesso surpreendeu até mesmo os organizadores. “Achávamos que com a seca teríamos algum decréscimo, mesmo assim as pessoas que vieram pra cá de quase todo Nordeste comprovaram que o mercado de equino ainda está forte”, comenta entusiasmada Marla Tenório.

Tão forte que há estimativa de que o segmento tenha movimentado no país cerca de meio bilhão de reais no ano passado, de acordo com a diretoria da Agreste Leilões, empresa responsável pelo Vaquejada e Trabalho. Essa quantia inclui leilões, prêmios e demais eventos relacionados com o comércio de cavalos.

Ao todo, o leilão arrecadou 872.300 reais nesta edição, uma variação de quase 20% a mais em relação ao ano passado. Muito dessa alavancada de faturamento se deu pela qualidade dos lotes e pelo investimento que o mercado está apostando na difusão e visibilidade da marca nas redes sociais.

 “Com a conta do haras Porto Rico no Instagram, pudemos dar margem à pesquisa por meio das visualizações e curtidas que as imagens dos cavalos tinham desde o início da divulgação do Leilão”, comemora Marla.

Ponto também para o Canal do Criador (www.canaldocriador.tv.br), o qual ficou a par da transmissão online do remate, proporcionando aos que não puderam c omparecer ao leilão terem a chance de adquirir alguns lotes, acessando ao site.

Fonte: BCCOM Comunicação
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